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Âncoras suiças

por desvela, em 01.02.11
Fala-se frequentemente das evoluções climáticas e geográficas que podem ter ocorrido durante a história da Terra, e em particular durante a presença humana. A teoria de que o planeta teria saído de uma idade do gelo há 12 500 anos é do suiço Agassiz.

Se houve mudanças climáticas recentes assinaláveis, o mesmo já não se pode dizer de alterações geográficas. Essas grandes mudanças são reportados a períodos de milhões de anos... eventualmente os únicos testemunhos de tais mudanças seriam contemporâneos de dinossauros. É claro que são reportados achados de pegadas humanas em conjunto com as de dinossauros - coisa típica de sites criacionistas, e difícil de atestar a veracidade ou não.... afinal um achado desses implicaria uma revisão de toda a enfabulação "científica" de datações. Neste momento deveria dizer que sendo possível datar com seriedade a evolução terrestre, também seria do universo... e isto só não é uma piada, porque é suposto ser teoria científica aceite a datação do universo!

Afinal, as amibas também podem construir uma teoria semi-consistente do seu universo, antes de serem confrontadas com um corante na lamela do microscópio.
O que se passa é simples, e bem conhecido estatisticamente - com um conjunto qualquer de dados pode fazer-se uma teoria e uma extrapolação que se adaptará à maioria dos casos conhecidos... quando há dados que caem fora do intervalo, pois esses dados são tornados secretos e eliminados. Chama-se a isto manipulação científica - quem aceita está dentro, quem não aceita fica de fora.

Vem esta introdução a propósito do relato de António Galvão sobre achados na Suiça:
(...) "Assim contam que acharam cascos de naus, âncoras de ferro,
 nas montanhas da Suissa, muy metidas pela terra, 
onde parece que nunca houve mar nem água salgada".

Galvão faz este relato nos anos 1560's, e só encontramos figuras ilustrativas na Austrália, em Wreck Beach

Que os ingleses levaram Galvão muito a sério, e traduziram-no antes de começarem os seus descobrimentos, é facto assente, como já aqui mencionámos várias vezes. Nós também levamos, e se Galvão escreve que era relatado esse achado na Suiça, é porque ele daria crédito a essa informação, que circulava na época.

Âncoras e cascos de navios incrustados nos Alpes... 
Dir-se-ia que isto seria um daqueles segredos do Vaticano, guardado pelos suiços, desde essa época, ou talvez um pouco antes, desde 1506:
(guarda suiça no Vaticano)

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publicado às 23:37


7 comentários

De Anónimo a 03.02.2011 às 05:05

Também existe Sal, em grutas no Interior, bem longe do Mar.

Ou não?

De Alvor-Silves a 03.02.2011 às 14:58

Pois, o Sal sugere presença de Mar em tempos remotos, agora como o Mar não faz âncoras sozinho...
Logo, nesses tempos remotos (do Cenozoico), pouco depois dos dinossauros, quando se formaram os Alpes, existia quem as fosse capaz de fazer!
Ora, até mesmo na altura do Mioceno, o macaco mais evoluído era o Proconsul Africanus...
http://pt.wikipedia.org/wiki/Proconsul_(primata)
e não era suposto saber fazer âncoras de ferro!

De Anónimo a 03.02.2011 às 15:37

Mesmo essas âncoras na praia da Austrália parece mais que foi o mar que as descobriu e que já lá estavam metidas!
Como é que em cento e poucos anos elas sedimentavam na rocha?

De José Manuel CH-GE a 03.02.2011 às 22:45

Olá,

Mais uma vez permitam-me de indicar que a tese de Hapgood apoiada por Einstein sobre a deslocação da crosta terrestre é até agora a mais credível explicação de muitos enigmas:

Maps of the Ancient Sea Kings: Evidence of Advanced Civilization in the Ice Age

ttp://www.amazon.com/Maps-Ancient-Sea-Kings-Civilization/dp/0932813429/ref=sr_1_3?s=books&ie=UTF8&qid=1296365875&sr=1-3

encontraram-se na Turquia ancoras de pedra nas montanhas, até há quem defenda lá ter encontrado a Arca de Noé (Ron Wyatt - Monte Ararat) os cruzados nelas lá gravaram suas cruzes e brasões quando por lá passaram, no fundo o que confunde e baralha tudo são as religiões.

Há demasiados dados de todo o tipo a creditarem que houve um dilúvio planetário, não esquecer que naqueles tempos as ancoras eram em pedra na sua maioria.

Dizem que aqui se refugiu parte das tropas dos Templários e parte dos seus tesouros (é este o segredo da Suíça) outro Rei francês por aqui perdeu o seu espalhado pelos campos no fim da batalha que perdeu, o que ganhou unificou a actual França, outros deixaram os seus tesouros por aqui perdidos em Neuchâtel, como os celtas vindos provavelmente da Ibéria, são tesouros a mais para se "perderem" é que nestes vales sempre se fez o mesmo há séculos emboscar e roubar quem passe... a pé ou de barco, vinham do mediterrânico até aos lagos! Os barcos dos vikings e dos egípcios que navegavam nos oceanos eram desmontáveis e as suas equipagens transportava-os entre dois mares ou rios se fosse preciso, o que pode muito bem explicar muita coisa, mas as âncoras em pedra da Arménia e Turquia são muitas e grandes para esta última hipótese, sim andou muito barco perto e por cima das montanhas noutros tempos.

Cumprimentos,
José Manuel CH-GE

De Alvor-Silves a 04.02.2011 às 01:53

De facto, as âncoras de Wreck Beach estão demasiado incrustadas para um simples naufrágio.
É suposto terem sido apenas dois barcos, mas encontram-se lá mais âncoras, conforme é possível ver:
http://odemaia.blogspot.com/2010/12/ancoras-de-wreck-beach.html
... não parece nada impossível de que resultem desses dois naufrágios, mas parece também natural que sejam âncoras que a erosão marítima fez descobrir.

José Manuel, pois eu também considero essa ideia da civilização antiga e do dilúvio/cataclismo que levou aos mitos, inclusivé o da Atlântida.
Acrescentar-lhe-ia sobreviventes instruídos que colonizaram/escravizaram os restantes... aparecendo sob a forma de deuses e depois sob forma de magos... magos que decidiam futuros reis, futuros impérios, com a ajuda de uma tecnologiazita que iam buscar ao baú.

É claro que nem todos os templários foram para Portugal... só os portugueses é que acham isso! Honi soit qui mal y pense... atesta o poderio da língua normanda/francesa na corte inglesa... e noutras partes, afinal o nosso Infante também dizia "talent de bien faire".

Não sabia das âncoras de pedra na Turquia/Arménia, mas conforme se depreende do relato de Galvão, estas eram de ferro e estavam "muy metidas pela terra"... ou seja, não foi ninguém que lás a colocou. Ele é claro nisso.

Já encontrei sítios com esse relato:
http://www.6000years.org/frame.php?page=noahs_ark
http://www.arkdiscovery.com/noah's_ark.htm
É claro que as imagens da rocha-arca-de-Noé são estranhamente convincentes...

Obrigado pela info!

De Anónimo a 13.02.2011 às 04:27

Umas âncoras são de Ferro. As outras são de Pedra.
As de Ferro são as mais antigas, claro!
A ideia do Alvorsilves sobre Arca da Aliança, de onde se tiram de vez em quando, uns trunfos tecnológicos, tem toda a lógica.

E depois, todos sabemos da Santa Aliança, entre Vaticano e Templários. Convém tê-la sempre presente.

Afinal, foi o Vaticano quem isentou de Impostos os nossos amigos Templários- Os Banqueiros!
E também foi o Vaticano de Clemente V que montou o Circo da Falsa Perseguição, e Falsa Morte dos ditos Cavaleiros do Templo.

É curioso, que com os Templários é tudo falso, até a Morte!
E aquela Guarda Pretoriana Suiça é de facto sugestiva!
Não é por acaso, que a Suiça é a ZONA FRANCA da Terra!!!

De Anónimo a 13.02.2011 às 04:30

P.S.
E depois ainda há aquela questão das Cruzes serem Âncoras...
Ou será o inverso?

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