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Há sempre coisas engraçadas que podemos apreciar. Uma delas é o enrolar do bicho de contas:


O número de pessoas que não consegue lidar com a realidade, e está disposto a embarcar noutro conto, o chamado conto do vigário, é esmagador. Não é difícil entender isso, porque ter ideias próprias estruturadas dá muito trabalho, é mais fácil apostar numa narrativa alheia, e depois é só segui-la até ao fim. Pode implicar dizer que contas certas são erradas, que o preto não é preto, mas o que é que isso interessa? Interessa é que não se está sozinho no frio, e está-se aconchegado por um grupo de malta que padece da mesma doença. 
Acontece assim no futebol, na política, na religião, e até na ciência. Há uma enorme dificuldade em dar o braço a torcer, em reconhecer mérito alheio, enfim, todos conhecemos múltiplas histórias disso, mas também não é por sabermos disso, que isso é minimamente corrigido.

Há um mês atrás era decretado o "estado de emergência" em Portugal, e em muitos países da Europa, o que foi uma notícia algo surpreendente, já que até então só a Itália tinha colocado sérias restrições à circulação. De um momento para o outro, o mundo decidiu parar, isolar-se, e basicamente foram suspensas todas as viagens aéreas entre os diversos países.

O engraçado é que a ideia de restringir vôos, e proceder ao isolamento das comunidades, nada teve a ver com a Europa, que então tratava a Itália como um "apêndice infectado".

A ideia de proceder ao isolamento partiu de Donald Trump, que já tinha bloqueado os voos vindos da China, e alargou a medida à Europa, no mesmo dia em que a OMS finalmente declarou a epidemia como "pandemia". Isso provocou fortes reacções negativas:

UE desaprova bloqueio de Trump aos voos da Europa (11/03/2020)

Apesar da massiva campanha publicitária contra Trump, que não poupa adjectivos a quaisquer acções suas, convém que nós não tenhamos uma memória tão má, que não nos lembremos disto.
Nenhum estado europeu estaria propriamente à vontade para impedir voos dos EUA, foi a reacção isolada e unilateral de Trump que despoletou o fecho de todas as fronteiras, nas semanas seguintes.

Por isso, quando há críticas à actuação de Trump, são no mínimo enviesadas. É claro que depois Trump não deu nenhuma indicação de isolamento estadual - isso era competência dos estados, e o vírus espalhou-se como fogo em palha seca, perante a ausência de reacção musculada, que tardou no caso dos EUA e do Reino Unido. 
Entre a perspectiva de ver a economia bloqueada e a disseminação do vírus, Donald Trump e Boris Johnson foram mal aconselhados inicialmente, na ideia de que poderiam conviver com o caos de casos nos sistemas de saúde. Essa ideia era a ideia dominante na OMS, que sempre desvalorizou o impacto da propagação do vírus e a sua perigosidade.

Crime contra a humanidade
Anteontem Trump, não cortou apenas o financiamento à OMS, foi mais longe, e insinuou que a OMS poderia ter sido intencional ao dar recomendações erradas a todos os países. Não foi explícito, porque arriscaria a ser apoiante de uma teoria da conspiração, mas abriu a ferida, de que a OMS terá sido agente activo num crime contra a humanidade.
É claro que logo de seguida, foi acusado do mesmo, por secar o financiamento à OMS numa altura em que seria mais necessário... mas basta ligar a Fox News para ver que uma boa parte dos americanos vê a OMS como uma agência parasitária, até como agência de turismo, para imensas viagens - excepto para enviar a tempo uma delegação à China para estudar o novo corona-vírus.
O uso dos pandemic-bonds e o atraso na declaração da pandemia, em nada veio beneficiar uma imagem da OMS, que era antes razoavelmente positiva.

A crise do álcool-gel, das máscaras, e ventiladores, espalhada por quase todos os países (exceptuando talvez a Alemanha), veio ainda tornar mais claro, excepto para cegos, que o processo de contágio só pode ter sido propositado, por ter contado com muitas ajudas inesperadas. A OMS não impôs qualquer controlo nos aeroportos, e perante a passividade da UE, o vírus teve oportunidade de seguir calmamente o seu caminho a partir de Itália, e espalhar-se durante um mês em toda a Europa.

A persistência em não recomendar o uso de máscaras, sendo de uma incompetência tão grosseira, só pode ser considerada como um crime público, promovido pela OMS, e acatado pelas diferentes organizações satélites, como a DGS em Portugal. Por vontade dessa entidade, nem sequer as escolas teriam sido encerradas, quando já eram os próprios pais a reter os filhos em casa.

Números enrolados
Em Portugal, os números foram sendo arrolados a partir dos 2 primeiros casos a 2 de Março. 
Por mero exercício especulativo, coloquei aqui uma previsão simples do que seria uma possível evolução da curva, com base nos dados até 22 de Março (pontos a vermelho, na figura até dia 22, quando havia 1600 casos). É altura de confrontar os dados ocorridos depois (pontos a azul, a partir do dia 23) com a previsão que então assumi (curva mais alta, a preto).

Comparação da previsão (curva a preto) com a evolução dos números a partir de 22 de Março.

Os valores que se verificaram e aqueles que foram previstos coincidiram razoavelmente bem.
Convém notar que as previsões por "especialistas" eram bem diferentes:

Covid-19. Especialistas prevêem 129 mil infectados e 700 mortes em Portugal (24 de Março)

Ninguém, nessa altura aceitaria uma previsão tão baixa, e mesmo uma semana depois, tive dificuldade em que acreditassem que na Páscoa iríamos a chegar a uma situação "estável".
Isso parece agora um dado adquirido agora, mas não era, e esteve longe de o ser.

Na altura valeu a pena fazer esta previsão e partilhá-la, arriscando a que estivesse completamente errada. O facto de ir acertando não me atrasou nem adiantou coisa nenhuma, mas foi interessante ver como as pessoas se recusavam a ver os números, e continuavam em cenários próprios ou alheios, de estimativas baseadas em coisíssima nenhuma... ou baseadas em cenários completamente distintos. 

De um modo geral, as pessoas detestam aceitar a razão alheia contra a sua, e preferem fechar os olhos para não aceitar. Pior, como no caso de Trump, procuram depois centrar o foco na destruição do alvo, por outros erros menores, que possa ter cometido.
Relativamente aos EUA, o mesmo tipo de previsão dava um valor inferior a 500 mil infectados agora, quando se verificam 700 mil, e mostrava que a Espanha iria ultrapassar a Itália em número de casos, como de facto veio a ocorrer.

Porém, a partir do pico dos novos casos não vale a pena fazer grandes previsões, porque os valores não representam nada de especial.
Até ao momento em que a doença se está a espalhar, os casos vêm ter com o sistema de saúde, e a tendência é medida nessa proporção. Depois, é o sistema de saúde que vai à procura dos casos restantes, e dependendo dessa efectiva capacidade, pode encontrar mais ou menos casos. Já não tem a ver com a efectiva incidência da doença, mas sim com a capacidade de testar.

Por exemplo, em Portugal deve existir um número reduzido de "recuperados", porque os testes foram aplicados em quem não tinha sido ainda testado, e não tanto para "libertar" quem tinha sido diagnosticado, que convinha manter em quarentena.
Os números podem ser enrolados de múltiplas formas, e aquilo que vemos será sempre apenas o que o sistema nos dá a ver. No entanto, mesmo que esses números sofram de múltiplos vícios, não deixam de dar razão a quem os previu.

Confinamento
Com um período de incubação não superior a 14 dias, um confinamento superior a 1 mês é um tempo mais do que suficiente para se detectarem os possíveis focos de infecção. Não é especificado o tempo que demora a doença a desaparecer nos casos que tiveram poucos sintomas, e por isso podemos dar o benefício da dúvida para alargar o período por mais 14 dias. Porém, creio que a situação em Portugal parece razoavelmente controlada, e em Maio não há razões para não recomeçar a actividade de forma faseada... e é claro, com a protecção de máscaras - um cuidado que se deveria ter exigido desde a primeira hora. Deveria ter sido exigido a todos os que tivessem vindo de regiões infectadas, ainda antes de ter aparecido o primeiro caso em Portugal. 
Mas a essas incompetências, o regime maçónico costuma dar medalhas, para esconder a nódoa, de grandes dimensões, que está por detrás.


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publicado às 07:06


26 comentários

De José Manuel a 18.04.2020 às 16:01

Bicho de contas versus Bicho de sete cabeças

Bom dia à bicharada,

Eu só faria contas a “covides” no fim… nesta fase em que tudo e todos andam a esconder e manipular números de infetados e mortos o Covid-19 é mesmo um bicho de sete cabeças.

Gostei e de ler o Bicho de Contas do Alvor Silves, concordo com tudo menos com os números, quando não se rastreiam a totalidade das pessoas as contas dão o que quiserem que dêem.

Votos de saúde, cumprimentos.

Para quem goste de contas:
https://smw.ch/article/doi/smw.2020.20224

De Alvor-Silves a 18.04.2020 às 16:47

Caro José Manuel,
as contas apresentadas diziam respeito às contas que iriam ser transmitidas pela DGS, só essas fomos sabendo, e no próprio postal eu dizia que a curva portuguesa era tão bonitinha, que poderia ser resultado de manipulação de dados.

Parece coisa esquisita, mas a previsão que fiz, não tinha só que ver com a suposta propagação do vírus real, tinha a ver com a capacidade de testar, de mostrar os resultados, de poder ocultar ou não esses resultados, etc.
Por exemplo, sei que dias antes do "estado de emergência" a curva estava a descer (num certo sentido), e curiosamente aumentou 3 dias antes da declaração, tendo vindo a descer sempre, a partir daí. Limpinho, limpinho.

Os modelos de que o José Manuel fala, são demasiado simples, e dizem respeito a uma contabilização da doença, sem ter em conta os múltiplos aspectos sociais associados.
Conforme é dito nesse artigo suiço, é um modelo básico.

Por isso, não vou falar dos números que se vão inventar depois, e que padecem doutra doença científico-social, que é um "pretensa verdade" escrutinada a posteriori.
Como nem o José Manuel, nem eu, vamos estar no terreno a fazer inspecção, só acreditará neles quem quiser.

Se o José Manuel acredita agora em manipulação, não vejo porque se libertará depois dessa manipulação, pois continuarão a existir múltiplos interesses associados... depois, mesmo os vulgares interesses comerciais e políticos.

Se o bicho tem 7 cabeças, pois por enquanto só a da OMS é mais visível, e mesmo com o ataque de Trump está ainda encoberta, pelas outras seis.
No final destas contas, estou mais interessado em saber se Trump é ou não uma delas.
Vamos ver...

Cumprimentos.

De José Manuel a 18.04.2020 às 17:05

"Hasta que no tengamos los test serológicos aplicados a la población, estamos totalmente ciegos de lo que realmente está pasando en el mundo. Todavía no tenemos estos datos, de ningún país del mundo. Ningún estado ha publicado datos serológicos fidedignos que muestren cuál es la situación"
https://www.larazon.es/internacional/20200416/urbkzcvj55f4dh72fx3skdkd3e.html


Gostaria de ler um artigo do Da Maia sobre o suposto Q+ (Trump?)
https://en.wikipedia.org/wiki/QAnon

Cumprimentos

De José Manuel a 20.04.2020 às 00:51

Traços de coronavírus foram encontrados em água não potável em Paris

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a manutenção do SARS-CoV-2 na água potável não é impossível. Em meados de março, a organização da ONU escreveu, no entanto, que até o momento não havia evidências de tal persistência do vírus, nem na água potável nem no esgoto.

Estudos de vírus semelhantes sugerem uma vida útil de dois dias em água não clorada a 20 ° C. Ainda de acordo com este documento da OMS, o risco de contaminação do SARS-CoV-2 pelas redes de água potável é "baixo".

[tradução Google…]
https://www.lemonde.fr/sante/article/2020/04/19/des-traces-infimes-du-sars-cov-2-dans-l-eau-non-potable-de-la-ville-de-paris_6037099_1651302.html

Cumprimentos

De Anónimo a 20.04.2020 às 14:30

Caro Alvor Silves,

Sim, a OMS cometeu um crime contra a humanidade, tal como a DGS e outras do mesmo nível.
Lembro-me de em Fevereiro responsáveis da OMS virem a publico dizer que puniriam países que tomassem medidas demasiado restritivas contra a China.

Nos Estados Unidos creio que o problema deriva de ja lá terem casos muito antes do oficialmente reconhecido. Antes de se registarem casos de covid 19 descontroladamente, esta já era uma época muito especial no que toca a pneumonias desconhecidas e mortes relacionadas com isso nos Estados Unidos quando comparado com os outros anos.

Dito isto, Trump esperava que se tivessem casos nos Estados Unidos isso fosse notório em focos num ou outro estado - Nova Iorque e Califórnia? - e que os Estados lidassem com isso, e que o Estado Federal tivesse meios para os apoiar.

Nao foi isso que vimos. Os Estados foram grosseiramente incompetentes, especialmente o de Nova Iorque.
O Governador de Nova Iorque ja´ veio a público com gráficos a dizer que esta tudo bem. Esses dados são falsos e não resistem a uma apuração minimamente séria.

Não,
A situação não está controlada em Portugal.
No entanto, um terço do país provávelmente já poderia abrir. Isto tem
e de ser feito por regiões e com a capacidade de fechar tudo num instante quando forem detectados novos surtos.

A Madeira tem lidado excepcionalmente bem com isto. Ponham os olhos na Madeira.

A Norte do Mondego está tudo lixado.
A área Metropolitana do Porto (Porto, Gaia, Gondomar, Valongo, Maia, Matosinhos) já tem 1 infectado por cada 200 habitantes. E continua a aumentar o nivel da infecção. Pior, isto continua a espalhar-se por todo o Norte do país.

De resto, tirando a área de Lisboa, creio que o país a sul do Mondego poderia vir a ter uma vida normal SE E SÓ SE
1) Tivessemos elites minimamente decentes, do tipo, não socialistas e não terceiro mundistas
2) Tivessem que viver sem se andarem a prostituir ao exterior de fronteiras abertas, do tipo, viver do turismo.

Não estou a ver isto a desaparecer no Verão, a nível global.

Cumprimentos, IRF

De Alvor-Silves a 21.04.2020 às 03:40

Caro José Manuel,
não estou muito dentro dos pressupostos desse QAnon, mas sempre que se formam bastidores, logo de seguida formam-se bastidores aos bastidores, depois disso, bastidores aos bastidores dos bastidores... até que os pontos de confiança se resumem ao próprio indivíduo - que não confia em ninguém.

Assim, no meio de todas essas histórias, metade são histórias, outras mitologias desviantes, e outras não, correspondem a algo concreto.
Parece-me claro que Trump se julga um self-made-man, mas ele não chegou onde chegou sozinho. Alguém fez tudo para que ele chegasse ao poder, assim como haverá outros que tudo fazem para o tirar de lá.
Claramente que ele não teve uma situação facilitada, como teve Obama. O que seria razoável, seria esperar alguma oposição do género da que foi feita a Bush Jr., mas ele tem muito mais anti-corpos que isso, e quase todos parecem ter assinatura de lobbies maçónicos. Por outro lado, Trump dá-se especialmente bem com alguma nomenclatura judaica, e por isso não estará tão fora-de-jogo, quanto se poderá pensar à primeira vista.
Conforme disse, aguardamos para ver...
Cumprimentos.

De Alvor-Silves a 21.04.2020 às 04:09

A bicharada gosta de ambientes com Ph neutro e temperatura agradável.
Água fervida, ou com cloro, dá cabo deles.
Os vírus não precisam de nenhuma fonte de energia para sobreviverem, pois não estão vivos, nem consomem energia.
Uma fragilidade própria é poderem ser destruídos/desactivados pelo meio ambiente.

Mesmo que haja estudo que detectam a presença do vírus em superfícies, isso pode ser o mesmo que detectar a presença de humanos numa morgue. Não conheço estudos que tivessem pegado no resto de vírus em superfícies e com isso tenham infectado alguém (nesta altura os macacos devem ser os desgraçados de serviço).

Água tépida neutra a 20ºC pode ser um ambiente aceitável, mas, digamos que não é muito comum a partilha de água tépida entre as pessoas.

Eu diria que 99% da contaminação se deveu a proximidade, pelo envio de minúsculas gotículas na tosse, e eventual queda destas em materiais, que logo de seguida foram tocados por outras pessoas.

Parece-me bastante mais preocupante a transmissão através de animais, já que há pessoas que desenvolveram hábitos doentios de serem lambidos por animais, dormirem com eles, etc. Algo que estranhamente ninguém combate, nem menciona...

De Alvor-Silves a 21.04.2020 às 04:51

Antes de começar a divulgação deste assunto, um mês antes deste blogue iniciar, falei com alguém que eu sabia estar minimamente dentro do assunto "maçónico", ao que ele me respondeu que era tudo muito interessante, e o pior que me poderia acontecer seria que me "partissem as pernas", porque "agora já eram outros tempos".
Não disse que era figurativamente, mas eu entendi.
De facto, como poderá ver, e ao fim de 10 anos, não saí de onde comecei.
Este pessoal não deixa de ter a sua piada.

Isto para dizer que enquanto existir malta, com interesses ainda não revelados, a influir no assunto activamente, então poderemos estar tudo menos descansados.
Mas isso aconteceria, tivéssemos 100 ou 100 mil casos.
A questão é que temos que olhar para o panorama em redor, e ver se as nuvens negras estão a vir na nossa direcção, ou não.
Provavelmente, os BRIC (sem China) irão fazer o seu caminho ascendente na curva, e os países africanos, ibero-americanos, etc...
Como isso não se passará tudo ao mesmo tempo, iremos assistir a novos desenvolvimentos, talvez alguns bem complicados.

Não foi propriamente o vírus o que mais impressionou, foi a forma propositada de como se permitiu o seu crescimento. A menos de incompetência infantil, a OMS tem claramente as mãos muito sujas, e as recomendações de lavagem de mãos, não me parece que tenham ainda chegado lá.

Por isso, o que daí vier, está muito mais na virose instalada na OMS e lacaios, do que no vírus propriamente dito, que até agora matou menos do que a gripe comum, de acordo com as estatísticas.

Cumprimentos.

De José Manuel a 22.04.2020 às 03:08

Nova mutação no Covid-19

Apareceu em Harbin província de Heilongjiang, nordeste da China, e está perigosamente a espalhar-se para as regiões vizinhas da Mongólia e Liaoning.

Epidemiologistas e virologistas contatados pelo Global Times disseram estar confusos com essa nova cadeia de infeção de coronavírus,

"o genótipo é diferente do de Wuhan, é imperativo contê-lo", disse Zeng Guang, epidemiologista chefe do Centro de Prevenção de Doenças.

Os pesquisadores alertam que, como essa nova variante é mais difícil de detetar, também é mais infeciosa e contagiosa.

https://www.globaltimes.cn/content/1186194.shtml
http://www.wikistrike.com/2020/04/une-nouvelle-souche-du-covid-19-plus-contagieuse-et-difficile-a-detecter-a-est-apparue-en-chine.html

Cumprimentos

De Alvor-Silves a 22.04.2020 às 20:16

Daqui até final do ano, estão todas as condições reunidas para haver alarme acerca de novos Covid, não foi à toa que puseram 19, já que contamos com um Covid-20.
Há todos anos novos vírus, e por isso candidatos não vão faltar a serem considerados como novo Covid-20.

O efeito de novo bicho será similar ao anterior... se a OMS tudo continuar a fazer para que ele se propague, ele vai-se propagar.
Apesar do boicote de Trump nada se mexeu, ainda.
É claro que seguir as recomendações da OMS, já é equivalente a coisa nenhuma, e só serve como desculpa para competentes na incompetência.

Aguarda-se para ver se esta conspiração covid tem um 2º capítulo ou não...

Cumprimentos.

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