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Cores (2)

10.09.10
As obras de arte que nos chegaram da Grécia Antiga, no seu período áureo, têm uma característica pouco mencionada - a ausência de cor! É claro que há suposições de que não seria assim, e podemos ver uma magnífica tentativa de reconstrução computacional do Parténon, com os seus frisos pintados:

despareceu o link inicial - substituído por imagem doutra notícia.

Podemos acreditar que sim, mas o facto é tanto mais notório, quanto as próprias cerâmicas aparecem em tons monocromáticos (e.g. wiki).
Mas, há que distinguir períodos... um inicial dórico, ou anterior, contemporâneo da "colorida" civilização cretense, onde abundava os temas multi-cromáticos como ainda se vislumbram em Cnossos... 
Essa abundância de cor era ainda visível nas civilizações do Egipto e da Mesopotâmia.

Em Roma volta a notar-se a ausência de cor... podemos falar nos vários mosaicos coloridos, por exemplo de Pompeia... mas para além da cidade vitimada pela ira de Vulcano, os diversos mosaicos podem reportar-se a períodos mais tardios do Império Romano.

No seu período áureo, de feitos inauditos e celebrados, a cultura greco-romana aparenta ser monocromática!
Será que na mesma altura, isso se passaria com outras civilizações? Ou será apenas uma coincidência do legado cultural mais importante, que nos chegou?

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publicado às 03:59


1 comentário

De AlvorSilves a 16.09.2010 às 03:18

José Manuel:

de facto, Zoroastro é um precursor, tal como Buda, Confúcio... todos com alguma contemporaneidade, por volta do séc. VI a.C. Numa altura em que começava a florescer a filosofia grega.
Só não sei até que ponto a destruição de Alexandre terá sido uma tentação, ou talvez uma obrigação... o que quero dizer segue na linha de Zaratustra - que combateu o poder dos magos!
Ou seja, estaria Alexandro empossado de uma missão dos magos, velhos senhores do mundo, no sentido de terminar com um Império Aqueménida florescente, que cultivava Zoroastro?
Ou seja... isso permitiria explicar as grandes façanhas gregas, com desproporções gigantescas face aos exércitos persas. Uma questão de estratégia apenas, ou mais que isso... uma questão de Alexandre e os gregos estarem munidos de algum armamento superior "emprestado"?

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