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Passam hoje 7 anos de que comecei a publicar na internet aquilo a que chamei tese de Alvor-Silves, e que eram essencialmente algumas das evidências contra a tese dos descobrimentos como nos foi (e ainda é) ensinada e divulgada. Curiosamente foi nestes últimos dias que o blog disparou em número de visitas... primeiro americanas, depois russas.
Adiante. 
É entretanto o dia em que a Google lembra o 105º aniversário da chegada de Amundsen ao Pólo Sul, e portanto, calha bem com o tema que se tem discutido!

"El Mercurio", um jornal chileno, dá conta desta notícia em 5/3/1947
  • Adm. Byrd declared today that it was imperative for the United States to initiate immediate defence measures against hostile regions. The admiral further stated that he didn’t want to frighten anyone unduly but that it was a bitter reality that in case of a new war the continental United States would be attacked by flying objects which could fly from pole to pole at incredible speeds. Admiral Byrd repeated the above points of view, resulting from his personal knowledge gathered both at the north and south poles, before a news conference held for International News Service.
- Portanto, o Almirante Byrd dava conta de "objectos voadores", que poderiam viajar de Calisto ao contrário pólo... a uma velocidade incrível, usando a expressão de Camões.
- Por outro lado, há 4 anos atrás, o primeiro-ministro russo Medvedev, respondendo a uma pergunta sobre a visita de ET's ao nosso planeta, disse que bastava ver o conhecido filme "Men in Black"

Alguém notou que, não há apenas a charada do filme americano, há também o documentário russo (de 2001), que apresentei no blog Odemaia, que também se chama "Men in Black"... e que trata da questão dos nazis poderem ter desenvolvido discos voadores na Antárctida.

Tendo visto isso, fiquei a pensar melhor como se poderiam conjugar as diversas informações... ainda que parecessem meio desconexas.
Tendo em atenção as linhas de campo magnético terrestre:
podemos ter uma ideia do que se pode passar, se usarmos um magneto invertido, face ao campo magnético terrestre. 
Ou seja, conforme ilustrado na figura, se imaginarmos o "ovni" como um imã (o pequeno pentágono), sendo oposto a outro imã (o campo magnético terrestre), ele é repelido, enviado para fora, e pode seguir a linha magnética, entrando em órbita, indo parar ao pólo oposto, por atracção. 
Portanto, de Calisto ao contrário Pólo... a uma velocidade incrível.
Porém isso só seria praticável se o "ovni" desenvolvesse um campo magnético semelhante ao da Terra. 
Vendo o bom documentário do Canal História sobre Magnetismo, ficamos a saber que hoje são desenvolvidos, em laboratório, campos magnéticos um milhão de vezes superiores ao da Terra.
Não seria certamente preciso tanto... bastaria gerar um campo magnético da ordem de grandeza do terrestre para gerar uma grande repulsão, e empurrar um "ovni" de um pólo ao outro.

O princípio é básico... mas como é óbvio, é apenas uma suposição da minha parte.
Sendo básico, poderia ter sido pensado e desenvolvido à época. 
Como é dito no documentário russo, os discos voadores, voando apenas por princípios aerodinâmicos, nunca atingiriam grandes velocidades na horizontal... porém usando uma impulsão na vertical, e a ajuda do campo magnético terrestre, contra elecroimãs que seriam controlados pelo piloto, poderiam aproveitar as linhas do campo magnético, para entrarem em órbita, e aparecer no pólo oposto.
Que outra indicação há disto?
No documentário russo "Men in black", há uma foto de um piloto que estaria num disco voador nazi Haunebu (que é dito não usar combustível convencional), indicando que poderia estar equipado para vôos espaciais:
Piloto do disco Haunebu com um estranho capacete (vídeo 28:00-29:00)
Esta hipótese faz ainda sentido, porque o equipamento espacial não seria porque os nazis estivessem naquele momento interessados em viagens espaciais, mas porque tinham que seguir o rumo das linhas magnéticas, que estava para além da atmosfera terrestre, sendo necessário o respectivo capacete hermético. 
Em resumo, o aparelho tinha um dispositivo electromagnético, que funcionava especialmente bem próximo dos pólos. Electricamente era gerado um campo magnético em que a parte inferior do disco ficava com carga em oposição à do pólo terrestre. Isso catapultava-o para o espaço, pela linha magnética, indo cair no pólo oposto... 
Partindo da Nova Suévia, não seria de Calisto ao contrário Pólo, seria o oposto, do Austro ao contrário Pólo. Justificava-se o interesse da base antárctica, porque colheria de surpresa os inimigos pelo lado do pólo norte, com a base colocada no pólo sul.
E, como temia o Almirante Byrd, poderiam fazer esse percurso, em órbita, a uma velocidade incrível. 
Talvez não seja por acaso que os avistamentos ocorriam especialmente em zonas mais setentrionais, ou em zonas mais meridionais, ou seja, onde pudessem mais facilmente usar a repulsão magnética, contra o campo terrestre.
Não é a única explicação, mas supondo que a informação que "anda por aí" tem algum substrato verdadeiro, parece-me conjugar as diferentes informações numa coisa com algum sentido, que não exija ET's, portais, ou a hipótese da Terra Oca.

Não deixa de ser curioso ainda que João de Lisboa, uma das principais fontes, nos mapas que usei há 7 anos atrás, tenha publicado o Tratado da Agulha de Marear, onde era apresentada a primeira explicação consistente do uso das variações do magnetismo terrestre na navegação... ou ainda que Bartolomeu de Gusmão argumentasse que o seu balão usava o magnetismo terrestre, e que ao mesmo tempo Alexandre de Gusmão sugerisse que a sua Passarola poderia ser usada para navegar nos Pólos.
Ou seja, não é de excluir que houvesse uma ideia antiga, talvez ligada às Vimanas (que a sociedade nazi VRIL estudou, nas suas pesquisas esotéricas do hinduísmo e arianismo), que preconizasse o uso do campo magnético terrestre como forma de realizar viagens.

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publicado às 05:44



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