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Inicio aqui uma sequência de posts com base nos comentários recebidos.
Não se trata de repetir necessariamente o que foi dito, mas mais procurar juntar a informação e dar-lhe um corpo comum, com alguma consistência, quando isso me parece possível e relevante para a matéria que aqui se discute. Não me vou comprometer com nenhuma periodicidade, nem ordem especial, nem com muito escrutínio objectivo... aparece o que aparecer, quando aparecer.

Começo com uma contribuição de Paulo Cruz, que tem introduzido múltiplos comentários, a maioria dos quais dificilmente relacionáveis com o blog, mas que avançou aqui com uma teoria de uma Lua recente, muito interessante, sendo fundada em registos antigos. Sendo claro que a hipótese se presta a actuais interpretações extra-terrestres, preferi ver o assunto como uma eventual possibilidade astronómica acidental. De que forma?
Coloco uma figura ilustrativa para melhor compreensão.
O sistema solar, especialmente entre Marte e Júpiter tem uma enorme cintura de milhões de asteróides, a maioria dos quais 4 vezes mais pequenos do que a da Lua (são conhecidos 200 com mais de 100 Km de diâmetro, e apenas dezenas de milhar estão identificados).
Ora uma tal quantidade de corpos celestes tem alguma instabilidade orbital, piorada pela passagem ocasional de algum cometa. Assim, poderia perfeitamente ter ocorrido uma colisão com um cometa, ou até entre dois asteróides.
Assim na pequena caixa à direita coloco a hipótese de que a Lua poderia estar na cintura de asteróides, e um embate com um corpo menor, poderia ter alterado a sua órbita. Para abreviar, junto logo a hipótese de Fobos e Deimos, satélites de Marte, serem dois outros fragmentos grandes desse embate.
O resultado desse impacto não seria um mergulhar da Lua em direcção ao Sol, já que velocidade principal, muitíssimo superior, é a velocidade de translação em torno do Sol. A Lua, Fobos e Deimos continuariam assim a rodar em torno do Sol, mas tinham essa componente de aproximação crescente.
Ao fim de algum tempo (difícil de estimar), a Lua e os outros corpos resultantes desse embate, iriam aproximar-se, primeiro da órbita de Marte - daí a hipótese de Fobos e Deimos serem capturados por Marte, e depois da órbita da Terra. A Lua poderia ter escapado à atracção de Marte, pela sua grande dimensão. Pode até ter feito Marte afastar-se, ou aproximar-se do Sol, perturbando a sua órbita.
A Lua teria sido capturada depois, pela Terra, formando um corpo conjunto cujo centro de gravidade está ao nível da superfície da Terra. Antes disso, outros corpos mais pequenos podem ter embatido no planeta com alguma violência.

A aproximação lunar seria um acontecimento possivelmente catastrófico, porque a sincronização demoraria tempo a ocorrer, e há uma efectiva alteração de marés pela simples atracção lunar. Isso poderia justificar enormes marés - de centenas ou até milhares de metros, em vez das actuais que não chegam a ter 10 metros de amplitude. Tudo dependeria da aproximação que a Lua tivesse tido. Um fenómeno desse género praticamente levantaria uma massa de água em suspensão, antes de a libertar novamente... pareceria algo mágico, dificilmente explicável naturalmente, podendo ver-se o fundo do mar a centenas de metros. Tão depressa a gravidade tornaria as coisas mais pesadas, como mais leves... dependendo da fase de uma Lua, que seria enorme, na aproximação, e pequena ao afastar-se. 

Acresce que esta teoria de impacto pode justificar uma face lunar sempre virada para a Terra. Porquê? Porque seria a face não danificada pelo embate, a face danificada ficaria do outro lado, por ter menos massa de atracção. 
Convém notar que, relativamente ao Sol, não há propriamente uma rotação da Lua em torno da Terra, ambos rodam maioritariamente em torno do Sol, a Lua acelerando de quarto crescente (onde aparece atrás da Terra) até quarto minguante (onde aparece à frente, no caminho orbital comum). Por isso, a questão de captura pode nem ter ocorrido logo, se a Lua estivesse animada de maior velocidade... mas a cada passagem pelo campo gravítico terrestre, a velocidade lunar seria abrandada. 
Esta aproximação da Lua poderia afastar ligeira, mas significativamente, a Terra do Sol, ao ser atraída pelo corpo externo. Rodando a maior velocidade (como todos os asteróides, o sistema pode ter aumentado a velocidade do conjunto, diminuindo o tempo dos anos, compensando a órbita maior). Só depois da aproximação completa e ao sincronizar-se, o sistema aproximar-se-ia de novo do Sol, devido à tendência dessa Lua errante.

A composição da Lua, de Fobos e de Deimos, parece ser muito semelhante à dos asteróides, e as formas irregulares de Fobos e Deimos só reforçam esta hipótese de "asteróides capturados" pela gravidade marciana. É natural que a dimensão exagerada da Lua fosse um factor de instabilidade numa cintura polvilhada por milhares de asteróides, e as colisões podem ter sido mais frequentes - prova das crateras de alguma dimensão. Aquelas crateras num sistema Terra-Lua dificilmente se explicam na parte visível, virada para a Terra, porque a gravidade terrestre, sendo muito maior, atrairia a esmagadora maioria dos corpos que passasse pela zona intermédia.

Não é de excluir que a Luna 3 em 1959, e seguintes, ao tempo de Kennedy e Kruschev, e da crise de Cuba, tenham evidenciado isso mesmo, ou seja, uma Lua menos redonda do lado oposto. É admitida uma Lua "mais massacrada" do lado oposto, mas isso é natural... Falamos de uma proporção mais significativa. Não conheço imagens russas de perfil - metade lado visível, metade invisível, mas há esta primeira, só do lado do disco invisível, que não é suficientemente esclarecedora, ainda que se vejam sombras denunciando enorme profundidade uma para luz solar frontal.
Luna 3 - imagem do lado oculto da Lua (1959).

Associadas a estas observações, aparece então o relato de Aristóteles (ver comentários) e de outros autores greco-romanos, acusando esse registo de tempos dos povos Pelasgos e Arcádios, onde não haveria Lua, chamando-se mesmo povos pré-selenes. 
É claro que os historiadores fazem uma selecção no menú dos registos que agradam e não agradam à teoria oficial. Interessava aqui mostrar que uma hipótese de Lua recente não é assim tão absurda, ainda que me pareça pouco verosímil que seja tão recente quanto ao ponto de ser registada por civilizações recentes... e por isso é mais plausível falar de outros tempos e outros dílúvios.

_____________ excertos dos comentários _____________
(10  a 12 Janeiro de 2014)

http://alvor-silves.blogspot.pt/2014/01/ponto-de-situacao.html 

Paulo Cruz
Depois disso vou colocar mais algum resultado da minha pesquisa e...http://www.sofadasala.com/extraterrestre/lua2007.htm
"Os sábios da Grécia Antiga e de Roma mencionam um tempo quando "a Lua não estava próxima da Terra". Registros se referem a um povo conhecido como Pelasgos (pelasgians), Proselene [antes da Lua - Selene] e Arcádios. Pertenceram a raças arcaicas que habitaram a Terra "quando não havia Lua".
Aristóteles (384-322 a.C.) escreve que antes dos Helenos ocuparem a Arcádia, a região era habitada por um povo chamado "Pelasgos". Eles ...ocuparam aquela terra antes mesmo da lua estar nos céus sobre a Terra. O historiador grego Plutarco (46-127 d.C.) confirma a informação:"Existiram os Arcádios... os chamados povos pré-lunares.
Também o poeta romano Ovídio (43a.C.-17d.C.) se refere a uma civilização pré-Lunar. Em seus escritos consta que os Arcádios possuíram a terra antes do nascimento de Jove [Lua]; eram um povo mais velho que a Lua.
da Maia
o link http://www.sofadasala.com/extraterrestre/lua2007.htm  parece-me bem feito, e apresenta informação importante, que eu não conhecia, e tem boa consistência. Obrigado.Como já disse, e até acabei por incluir num dos últimos posts, a alteração do sistema Terra-Lua poderia justificar um dilúvio.Essas informações vêm exactamente nesse sentido - talvez a Lua estivesse fora, ou muito mais longe, e uma perturbação por algum impacto fez uma aproximação perigosa, a ponto de ter levado a grandes marés, antes de estabilizar a órbita, onde ficou.No entanto, isso é bastante diferente de assumir que isso foi feito intencionalmente.
Paulo Cruz
É impossível vir um objecto,a Lua,com 1/4 da Terra em colisão e ser apanhada pelo seu campo gravitacional. Se isso fosse real,talvez,um planeta do tamanho de Júpiter é que tinha hipótese que isso acontecesse e se essa fosse mesmo uma probabilidade a qualquer objecto teria de circular numa forma elíptica e não circular.
da Maia
A Lua pode ter estado na cintura de asteróides, e como corpo demasiado grande (3.5 vezes maior que Ceres), ter atraído alguma colisão com outro asteróide, de forma que se afastou progressivamente da cintura, tendo-se aproximado primeiro da órbita de Marte, e depois da órbita da Terra.É muito natural que Febos e Deimos tenham sido capturados por Marte como resultado do corpo que embateu na Lua, ou de outros asteróides.No caso da Terra, isso teria levado à captura da Lua... mas não em rota de colisão. 
A Lua simplesmente continuava a orbitar o Sol - resultante da velocidade intrínseca dos asteróides na translação ao Sol (entre 3 e 6 anos), mas iria começar a encurtar a órbita dirigindo-se ano após ano cada vez mais próximo do Sol, devido à velocidade de impacto que lhe alterou a direcção.Ao fim de umas centenas de anos, ou milénios, estaria a girar próximo da Terra, em paralelo, mas a velocidade diferente.
_____





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publicado às 15:38


23 comentários

De Paulo Cruz a 02.02.2014 às 16:55





Obrigado,caro Alvor!


Malditas maquinas fotográficas... nunca conseguem tirar boas fotos da Lua. Algo se passa de igual com o google earth,malditas lentes....


É a lua oca? Foi feita pelo homem, com uma espessa camada de poeira simplesmente cobrindo sua estrutura de metal ao longo de bilhões de anos?

Claro, isso supõe que as civilizações humanas avançadas existia há bilhões de anos, uma teoria que também ganhou alguma atenção como artefatos são encontrados que põe em causa o entendimento convencional da história.

http://www.theepochtimes.com/n3/480335-ufo-sightings-10000-years-ago/

Tais teorias permanecem de interesse para muitos como os cientistas continuam a estudar a lua e aprender sobre a sua composição e funcionamento.



1. Reverberações:A lua oca ?
NASA criou um impacto na Lua em 1969 para que os astronautas da Apollo 12 pudessem medir as ondas sísmicas resultantes. As ondas de choque provocadas criaram vibrações chocando os cientistas.

Muito diferente de quaisquer fenómenos sísmicos registados na Terra, as vibrações continuaram por cerca de uma hora e começou como pequenas ondas que ganhou força.

Explicação do Dr. Ross Taylor é citado no Jornal da superfície lunar de Apollo no site da NASA. Taylor é um cientista lunar que ajudou a examinar amostras recolhidas pela Apollo 11.

Ele disse: "Esta foi uma daquelas coisas extraordinárias. Quando você teve o impacto dessas coisas sobre a lua, ao contrário de um terremoto terrestre, que se extingue rapidamente, as ondas de choque continuou a reverberar ao redor da lua por um período de uma hora ou mais, e isso é atribuído à natureza extremamente seco de a rocha lunar.

"Até onde sabemos, não há humidade na lua, nada para amortecer essas vibrações. A superfície da lua está coberta de escombros e isso só transmite estas ondas sem que eles sejam amortecidos em qualquer forma que eles estão na Terra. Basicamente, é uma consequência da lua sendo extremamente seco. "

2. Orbita anômala.

Físico italiano Lorenzo Iorio publicou um artigo na Monthly Notices da Royal Astronomical Society em 2011 discutindo o "comportamento anómalo" da lua.

http://arxiv.org/abs/1102.0212

Ele disse que uma ligeira alteração ao longo do tempo na órbita lunar não poderia ser explicada dentro do paradigma atual. A órbita da lua está aumentando na excentricidade.

Excentricidade é uma medida que descreve o quanto uma órbita se desvia de um círculo perfeito.

Iorio conclui no resumo do estudo, "A questão de encontrar uma satisfatória explicação para o comportamento anómalo da excentricidade da Lua permanece em aberto."


De Paulo Cruz a 02.02.2014 às 16:57

3. Crateras da Lua com fundos convexos

Algumas crateras da lua têm fundos convexos (com uma superfície que é curvo ou arredondado para fora) em vez de côncava (curvado para dentro, ou oca), que alguns dizem que é evidência de uma rígida (feita pelo homem?) escudo rígido abaixo da camada de superfície. Quando meteoros atingem a lua, seria de esperar que façam crateras côncavas.

Charles A. Wood, do Departamento de Ciências Geológicas da Universidade Brown, escreveu em um artigo de 1978 que estas crateras convexas foram provavelmente criado por lava. Ele disse que a lava infiltrou-se através de fracturas na superfície.

http://articles.adsabs.harvard.edu/cgi-bin/nph-iarticle_query?bibcode=1978LPI.....9.1264W&db_key=AST&page_ind=0&plate_select=NO&data_type=GIF&type=SCREEN_GIF&classic=YES

Ele observou: "Para a lava para formar anéis ao invés de lagoas ... requer uma viscosidade superior ou uma taxa de extorsão inferior lavas maré normais " maré "refere-se a grandes planícies escuras na lua formada por erupções vulcânicas que se pensava serem mares. O magma pode ter sido basaltos égua entrou em erupção sob condições incomuns, ou basalto maré que diferenciaram dentro de bolsos, ou em alguns casos, um tipo de magma não-maré ".

4. Lua estabiliza o eixo da Terra
Se feito intencionalmente para servir alguma função ou não, a lua fornece um estabilização para a Terra."A Lua estabiliza oscilação da Terra, o que levou ao clima mais estável"

http://solarsystem.nasa.gov/index.cfm
http://helios.gsfc.nasa.gov/qa_earth.html

Este arrasto adicionada tende a estabilizar a rotação. Ele também está a abrandar gradualmente para baixo a rotação da Terra, que gradualmente alongar os dias da Terra.

5.O seu tamanho e coincidências


Os mesmos números surgem em olhar para as medidas relacionadas com a lua, sol, e da Terra. O diâmetro do sol é cerca de 400 vezes o diâmetro da lua, a lua também é cerca de 400 vezes mais perto da Terra do que o sol.

O diâmetro do sol é cerca de 108 vezes o diâmetro da Terra, a distância entre a terra e o sol é de cerca de 108 vezes o diâmetro do sol.

Diâmetro da Lua: 2.100 milhas (3.400 quilómetros) de diâmetro Sol: 864 mil milhas (1.391 mil quilómetros) diâmetro da Terra: 7.900 milhas (12.756 quilómetros) Distância da Lua à Terra: 225.700 milhas (360.000 km) Distância média do Sol à Terra (às vezes é mais perto , às vezes mais): 92.900 mil milhas (149,6 milhões km)

De Paulo Cruz a 02.02.2014 às 16:58

6.Curvatura circular

O centro gravitacional da Lua é cerca de 6.000 pés mais perto da Terra do que o seu centro geométrico. Com uma discrepância tão significativa, os cientistas continuam incapazes de explicar como a lua consegue manter sua órbita circular quase perfeita, sem balançar.

7 Inconsistência Gravitacional

A atracão gravitacional na Lua não é uniforme. A tripulação a bordo Apollo VIII notado seu ofício de mergulhos abruptos ao voar perto de áreas oceânicas do satélite. Nesses locais, a gravidade parece misteriosamente apresentam uma influência maior.

8 Assimetria geográfica

Na lua outro lado (o lado que não pode ser visto da Terra), temos encontrado muitas crateras, montanhas e agitação geográfica. No entanto, o lado voltado para a Terra é onde encontramos a grande maioria dos oceanos do satélite. Por que 80 por cento dos oceanos lunares encontradas apenas em um dos lados da lua?

9 Baixa Densidade

Densidade da nossa lua é encontrada em cerca de 60 por cento da densidade da Terra. Vários estudos demonstram que muitos consideram o seu vazio inevitável. Em seu livro de 1982 Moongate: Apreciação do programa espacial dos EUA suprimida , engenheiro nuclear e pesquisador William L. Brian II escreve que a evidência fornecida pela Apollo experimentos sísmicos sugerem que Além disso, vários cientistas foram então "a lua é oca e relativamente rígida." ousada como a postular que tal vazio é artificial. Na verdade, de acordo com a posição das camadas superficiais que conseguiram ser identificados, os cientistas declararam que a lua parece ser um planeta que foi formada "ao contrário", que alguns citam como outro argumento para a hipótese de construção artificial.

10 Outras teorias Origem

Ao longo do século passado, houve três principais teorias imaginando origens da lua. Uma proposta que a lua era na verdade uma parte da Terra que tinha rompido. Outra teoria, acredita que a lua tinha sido formada ao mesmo tempo como a Terra, que emerge a partir da mesma nuvem de nebulosa primordial. Estas hipóteses, no entanto, não conseguem resolver as incrível diferenças encontradas na natureza de ambos os corpos. A terceira teoria propõe que, durante sua vagando pelo espaço, a lua foi atraído para a Terra e capturado em sua órbita. Os problemas com essa mentira teoria nas explicações acima: a órbita quase perfeitamente circular e cíclico da Lua, e seu tamanho relativamente grande. Nos casos em que um satélite é capturado por um planeta, uma órbita excêntrica mais seria de esperar, ou pelo menos algo elíptico. Outro problema com todas as três teorias é a sua incapacidade para justificar o momento angular de alta entre a Lua e a Terra.
Uma quarta explicação, detalhada neste artigo, é talvez o mais incrível de todos. No entanto, ele pode explicar várias anomalias que a Lua apresenta, uma vez que um satélite construído por seres inteligentes não está sujeito às mesmas considerações que seria de esperar com os órgãos criados em um processo aleatório bilhões de anos atrás. De fato, muitos cientistas têm aceito essa teoria como um não menos válido do que os outros.

Guide to Lunar Orbiter Photographs:

http://www.lpi.usra.edu/resources/lunar_orbiter/book/lopam.pdf

Ou donwload sem virus.

https://docs.google.com/file/d/0Bw3wlgSuTT4nMG9rU2F1dUJMbnc/edit


Muito obrigado!

De Paulo Cruz a 02.02.2014 às 17:24

"Tiahuanaco and the Deluge"


"At the time Tiahuanaco flourished the present moon was not yet
the companion ol our earth but was still an independent exterior planet.
There was another satellite moving around our earth then, rather close-5.9
terrestrial radii, center to center; our present moon being at 60 radii.
Because of its closeness it moved around the earth more quickly than our
planet rotated. Therefore it rose in the west and set in the east (like Mars'
satellite Phobos), and so caused a great number of solar eclipses, 37 in
one "twelfth," or 447 in one "solar year " of course it caused an equal
number of satellite eclipses. These groupings (37, 447) are shown in the
sculpture, with many Corroborating cross-references. Different symbols show
when these solar eclipses, which were of some duration, occurred: at
sunrise, at noon, at sunset."

Ver e ler aqui.

http://www.thule.org/tiahuanaco.html


Obrigado e um bom fim de semana!

De Alvor-Silves a 02.02.2014 às 19:50

Caro Paulo, eu é que agradeço.
Tenho aquela tendência optimista de pensar que se as pessoas se quiserem entender-se, entendem-se, e podem ser úteis uns aos outros. É só uma questão de compreensão, e paciência com o feitio e defeitos de cada um. Todos temos. Aliás, mesmo o mais perfeitinho teria pelo menos o defeito de não ter defeitos.
Obrigado por juntar muita informação adicional.
Já percebi qual é a experiência da Lua oca, mas o problema para mim continua a ser a fiabilidade dos dados vindos desse pessoal. A explicação de maior ressonância de ondas sísmicas na Lua pela sua estrutura mais rígida, e menor amortecimento líquido ou poroso, parece-me ser suficiente.

A ideia de centro planetário "oco" tem limites com a dimensão da massa planetária. O que acontece ao que está na superfície do lado interior oco? É atraído pelo outro lado em direcção ao centro, e por isso o centro é preenchido naturalmente. Para isso não acontecer, tinha que ter uma estrutura nas paredes capaz de aguentar com a pressão de quebra - para um peso de metade da massa planetária. Acho que tal coisa não pode existir molecularmente, a partir de certos valores de massa. A Lua é menos densa que a Terra, mas mesmo assim é muito pesada para se pensar em tal coisa. Aliás, é o facto da massa ser grande que leva à cisão atómica no caso das estrelas, portanto estamos a ver do que falamos.
O que acontece a uma partícula que está no centro planetário? Curiosamente, acho que o centro pode ser estável - no centro não há atracção para dentro, há sim atracção para fora (que é onde está a massa), mas seria igual em todas as direcções, se fosse esfera perfeita - por isso não mexe. Próximo do centro é parecido, e por isso não há tanta pressão dessas partículas centrais, a pressão maior é transmitida pelas partículas longe do centro, que estão em maior desequilíbrio (são mais puxadas por uma parte do que por outra).

Quanto à questão da órbita de um satélite capturado ser elíptica, parece-me uma visão estática de dois corpos, quando há três corpos em jogo, ao incluir o Sol, dado que o principal movimento é esse, em torno do Sol. Essa questão elíptica é mais visível nos planetas, porque o sistema é a dois, essencialmente. Se reparar com os satélites doutros planetas (Ganimedes, Titã), verá que a excentricidade é ainda mais reduzida do que no caso lunar, por isso é uma falsa questão.
Aliás, essa consideração tende também a mostrar que os planetas foram capturados pelo Sol...

Não deixo de fazer outra consideração, que me passou pela cabeça, mas que não escrevi, por ser ainda mais estranha.
Numa aproximação demasiado drástica da Lua a Marte, poderia ter ocorrido uma atracção de tal forma forte que a massa de água marciana tivesse pura e simplesmente sido puxada para fora do planeta... ao entrar no espaço ficaria gelo, puxado entre a gravidade lunar, marciana e solar. Se não voltasse a Marte, nem fosse atraído pela Lua, iria cair na órbita solar, em rota elíptica acentuada - um cometa de gelo.

Isto só para ponderar que passagens de corpos celestes, uns próximos dos outros, podem roubar atmosfera/água e lançá-la para o espaço sob a forma de cometas, até que quando colidem com um planeta largam de novo toda essa massa roubada noutro lado.

Assim, ainda que viesse a ocorrer um embate de cometa e se encontrasse lá uns peixes congelados, isso não significava que fossem ETs a mandar-nos comida... podíamos simplesmente estar a apanhar com pescado de outras eras, resultante desse envio de água para fora do sistema da Terra, que ficou feito em cometa, até cair de novo.
Eu sei que pode parecer ridículo, mas também é ridícula a chuva de sapos e de peixes, que por vezes ocorre, por fenómeno semelhante:
http://en.wikipedia.org/wiki/Raining_animals

Isto só para dizer que há coisas muito estranhas, naturais, sem ETs à mistura.

Abraço.

De Paulo Cruz a 03.02.2014 às 16:27

Boa tarde!


Mais uma vez,muito obrigado,.... Acho que em uma coisa devemos estar em acordo,penso eu,que a Lua foi o mecanismo que precipitou a anterior humanidade para quase uma extinção total. Se aquilo é ou não é...? O que eu penso e imagino ou você pensa que o é,só o futuro o irá confirmar. Deixo mais algum material "estudos" da lua e também um enorme texto da cultura e lendas de Tiahuanaco.

A Long-Lived Lunar Core Dynamo.... contem os artigos.
(Persistence and origin of the lunar core dynamo)
(An Ancient Core Dynamo in Asteroid Vesta)
(An Impactor Origin for Lunar Magnetic Anomalies)
(Moonstruck Magnetism)

http://www.sciencemag.org/content/335/6067/453.abstract

An impact-driven dynamo for the early Moon.

http://www.nature.com/nature/journal/v479/n7372/full/nature10565.html

A long-lived lunar dynamo driven by continuous mechanical stirring

http://www.nature.com/nature/journal/v479/n7372/full/nature10564.html


Pre-Inca Civilization – Tiwanaku


http://bruceleeeowe.wordpress.com/weird-sciences-home-page/ancient-and-lost-civilizations/inca-civilization/pre-inca-civilization/


Continuação de uma boa semana.

De Alvor-Silves a 03.02.2014 às 22:12

Pois é, Paulo, esta questão da Lua ser recente parece poder ser bem verdade...
Quanto ao resto, deixe-me ser tão claro quanto possível.
Você fala em ETs, eu não, para mim ETs não me adianta nada à festa.
Vou-lhe explicar a diferença entre ETs e deuses.
Um ET está condicionado pelas leis físicas deste universo 3D, tal como nós... um deus não, à partida os deuses vivem noutra dimensão, e até poderiam determinar as leis deste universo 3D. Poderiam, porque cada vez menos podem!
Os ETs à partida morrem de alguma forma, um deus normalmente não.
Portanto, é mais geral falar em deuses do que em ETs.
No entanto, há coisas que limitam os deuses... se não acreditar neles, as coisas passam por se explicar sem a sua presença. Pois... complicado, não é?
Agora, está a ver, existindo deuses, os ETs podem pouco contra isso.
Você pode ter uma nave interestelar do tamanho da Lua, do Sol, ou até do tamanho de uma galáxia... mas, e isto é importante, você só aperta o gatilho do disparo, se o deus quiser. Portanto, o imenso poder estelar ficou reduzido ao mesmo poder que tem o mendigo na rua de lhe pregar uma rasteira.
De forma equivalente, você pode explicar que o ET não disparou porque não lhe apeteceu, e por isso a existência de deuses é facultativa.

Mais, diz-se que há pessoas que vêem o futuro, pessoas capazes de ler o seu pensamento, etc... e estou a falar de pessoas, não de deuses. Até vi um filme que era sobre homens que matavam cabras com o olhar... Imaginativo, não?
Tudo isso seria possível, e facilmente explicável.
No entanto, isso não seria potência, nem sempre funcionaria (passa-se o mesmo com os deuses), seria apenas uma oferta de contexto. Mais uma vez, acredita quem quer, tudo se poderá explicar sem recorrer a considerações mirabolantes. Sendo uma oferta de contexto, por vezes tem problemas, porque o contexto muda. Por isso, nem sempre o futuro bate certo com o previsto por esse pessoal, etc...

Como se explica tudo isso?... é fácil, basta ler com atenção o que fui aqui escrevendo, e continuarei a escrever. Talvez seja mais fácil, fazendo perguntas:
- O que impede o universo de acelerar os acontecimentos?
- É você não acompanhar esse desenrolar, ou há uma "força" que trava o futuro?
- Que força é essa, que estaria para além do próprio universo, contrariando a definição de universo?

Depois, podemos falar de ETs.
Um abraço.

De Anónimo a 05.02.2014 às 10:40

A lenda Zulu sobre a Lua, " A Lua é uma estrela da morte ": O povo Zulu acredita que a lua ser oca. De acordo com Zulu lenda, a lua foi trazido para cá centenas de gerações atrás por dois irmãos, Wowane e Mpanku. Eles são conhecidos como os irmãos de água, porque eles tinham pele escamosa como um peixe. (Esta história é semelhante às contas Mesopotâmia e sumérias sobre os dois irmãos Enlil e Enki .) Zulu lenda fala de Wowane e Mpanku roubar a lua na forma de um ovo a partir do "Grande Dragão de Fogo" e esvaziar a gema até que ele era oca. Eles, então, "rolou" a lua no céu para a terra e causou eventos cataclísmicos no planeta (o fim da Idade de Ouro). Zulu lenda diz que a Terra era muito diferente antes da lua chegou. Não houve estações eo planeta foi permanentemente cercado por um dossel de vapor de água. As pessoas não sentem o olhar feroz do sol que fazemos agora e eles só podiam vê-lo através de uma névoa aquosa. A terra era um lugar bonito, um lugar delicado, exuberante e verde, com uma garoa suave e névoa, ea fúria do sol não estava lá. (Isso corrobora a evidência geológica e paleontológica que o deserto do Saara foi outrora verde.) A copa de água caíram sobre a terra como um dilúvio de chuva, quando a lua foi posto em prática em órbita da Terra, correlacionando-se com a chuva bíblica de 40 dias, e 40 noites.

Marcio C. Bravim

De Alvor-Silves a 05.02.2014 às 14:47

Prezado Marcio, obrigado pela informação sobre essa lenda Zulu.
Graças aos nomes que colocou fui encontrar também uma comparação muito interessante entre as lendas Zulu e alguns correspondentes noutras lendas (celtas, gregas, etc):
http://00.gs/Zulu_mythology.htm
Por acaso só tem aí uma referência a Mpanku, que é morto por um tubarão, mas tem outro material interessante, nomeadamente o princípio com uma deusa de seios desiguais que se apaixona por um homem-árvore!
É claro que todas estas coisas, sendo alegóricas, são interpretadas de forma diferente consoante o contexto. Um detalhe pode bater certo com muitas coisas, mas o que é difícil é saber quando tudo cola, e se isso faz sentido.

Neste caso faz sentido considerar que a Terra seria sem dúvida diferente sem a Lua.
Em particular, animais adaptados a viver com a oscilação maré alta versus maré baixa deveriam ser recentes, e sem fósseis antigos. Ou seja, os fósseis antigos não deveriam incluir essa adaptação à variação de marés, própria da Lua.
Depois, há a questão do ciclo menstrual estar sincronizado com esse período lunar, o que é quase exclusivo dos humanos - só os orangotangos têm similar:
http://en.wikipedia.org/wiki/Menstruation_(mammal)
... os cangurus também têm um ciclo de aproximadamente 30 dias, ainda que nos não-primatas não se deva falar em menstruação, pois está ligado ao ciclo estral (período de cio). O canguru e orangotango são animais originários da Oceania, Melanésia... ou seja, é só para especular que a Lua pode ter feito uma aproximação demasiado brutal nessa área do "continente Mu".

Há factores de peso, contra a hipótese de uma Lua demasiado recente.
No entanto, podemos conjecturar que a nova raça humana apareceu com a Lua... e talvez essa ideia bíblica de que antes era um paraíso, que o conhecimento veio alterar, tenha a ver com a passagem de humanos a algo mais do que meros animais!

A ausência de estações implicaria uma divisão climática mais acentuada entre regiões. Se poderia haver áreas temperadas, também a zona equatorial seria continuamente a mais exposta ao calor solar. Se a Terra estivesse mais fria (ou longe do Sol), isso seria bom, mas para esta distância seria mais abrasivo que nos desertos. De qualquer forma, há referências a "terra habitável", nos autores romanos, dando a entender tempos onde era impossível viver ou passar pelo Saara.

A inclinação da Terra (23º), que provoca as estações, não está alinhada com a órbita da Lua (7º), o que não significa que não tenha sido provocada por uma aproximação da Lua. Pode ter desregulado antes da estabilização do conjunto ser feita em função do Sol. É que a Terra é o planeta que roda mais longe do eixo de rotação solar, com inclinação de 7º, o que pode justamente resultar desse ajuste lunar (ou seja, a Terra virou-se para a Lua, que apareceu por cima, antes de a apanhar!), tal como esse ajuste bloqueou a face visível lunar.

A questão de uma massa de água se levantar e cair como dilúvio, seria típica de uma grande aproximação de um corpo celeste, ou do seu embate. Isso pode ter acontecido várias vezes, porque há imensos corpos a vaguear no espaço... são é bem mais pequenos que a Lua.
A aproximação de um desses corpos pode ter sido vista como uma nova Lua (e seria única a tempo de Lua nova).
Depois, a língua portuguesa tem destas surpresas, como se carregasse consigo uma mitologia própria.
Para além do nome "Lua nova", "crescente" e "minguante", que se ajustam, há um ditado popular que diz:
- "A lua mente", com todos os significados que isso possa ter, o mais comum é dizer-se que a forma C não é no crescente (hemisfério norte).
Não deixei de achar curioso notar a semelhança fonética entre "A lua mente" e "Aluimento".
Aluir - é abalar ou arruinar, viria de "a lua ir"? - esquecendo é claro a conversa de que o português sai do latim, porque não sai, foi mais ao contrário - das línguas latinas é que se inventou o latim - que se escrevia, mas pouco se falava.

Mais uma vez, obrigado.

De Paulo Cruz a 15.02.2014 às 00:10

Boa noite!

Batalha na Lua?Como tinha falado a muitas semanas atrás de uma guerra entre homens e os ....

Será a tal nave que os manuscritos falam?

http://i.imgur.com/t8GdSBa.jpg

Se a Lua é o que sempre pensei.... esse aparelho não teria tentado evitar a reentrada da Lua na orbita da Terra?

Os manuscritos não dizem definitivamente que as viagens interplanetárias nunca foram feitas, mas não mencionam, de todas as coisas, uma viagem à Lua, embora não esteja claro se esta viagem foi realmente realizada. No entanto, um dos grandes textos épicos indianos, o Ramayana, tem uma história muito detalhada de que seria uma viagem à lua em um Vimana (ou “Shastra”) e em detalhes o fato de uma batalha na lua com um ‘Vailix’ (um dirigível da Atlantida. Esta é apenas uma pequena amostra da evidência recente da utilização da anti-gravidade e tecnologia aeroespacial utilizadas pelos hindus a milhares de anos atrás.

http://thoth3126.com.br/vimanas-ufos-da-antiga-india-baratha/


The manuscripts did not say definitely that interplanetary travel was ever made but did mention, of all things, a planned trip to the Moon, though it is not clear whether this trip was actually carried out. However, one of the great Indian epics,the Ramayana, does have a highly detailed story in it of a trip to the moon in a Vihmana (or "Astra"), and in fact details a battle on the moon with an "Asvin" (or Atlantean") airship. This is but a small bit of recent evidence of anti-gravity and aerospace technology used by Indians.


http://www.psychedelicadventure.net/2008/11/vimanas-ancient-ufos-india.html


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