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O Bufo-Real é a maior coruja:

... e se cismo no sismo, o maior pedestal da capital, orgulho da maçonaria republicana, pseudo-socialista, pseudo-social-democrata, pseudo-patrocinadora-comunista, pseudo-cristã-democrata, pseudo-monárquica-liberal, é este:
... e a razão de tal unanimismo, será esta?



Nota adicional (05/05/2014):
Agradecendo um comentário recente, que remete para a obra de Camilo Castelo Branco:
Perfil do Marquês de Pombal
... onde se dá conta mais detalhada das façanhas do personagem expoente da horrorosa mediocridade elevada ao pedestal da reinação. A par, nessa grande reinação com D. José I, outro que continua montado no Terreiro do Paço. Estivesse Salgueiro Maia melhor informado, e ao menos um tiro inofensivo dum tanque poderia ter rebentado "acidentalmente" com tal desplante monumental.
Como diria Castelo Castelo Branco:
O meu ódio, grande, intranhado e único na minha vida, ao marquez de Pombal, 
não procede de affecto ao padre nem do desaggravo da religião: é por amor ao homem.

... no entanto, não é certamente para mim uma questão de ódio ao homem, mas sim ao personagem montado no seu andor. Facínoras, crápulas, gente com toda a espécie de feitios odiosos, foram-nos trazidos entre personagens na história e personagens de estórias.
Isso não surpreende muito.
Surpreende mais, e muito mais, porque é sinal da podridão que tomou conta da nação até hoje, a forma como foram glorificados por destruições que passam a reconstruções, por crimes passados a justiça necessária, por desastres omitidos, etc... numa panóplia única de recauchutagem de uma figura odiosa e medíocre em personagem iluminada. 
Não interessa a história que há-de vir, ou a de bastidores iluminados pelas trevas, sempre prontos a reinventarem-se em desculpas. Interessa a história que vemos. O personagem foi criado e glorificado, logo se seguiram cópiazinhas imitadoras, como denuncia Camilo Castelo Branco.

No livro citado, algumas páginas faltam. Mas não faltam as páginas que falam de D. Luís da Cunha, como ele instigou e aconselhou o Marquês na sua actuação.
Não faltam as páginas que contam como esse velho tinha amante judia, de nome "Salvador", que se passeava com os trajos da Ordem de Cristo do velho, tal era a relação íntima. 
D. João V e os ministros Cardeal da Motta e Fr. Gaspar nunca prestaram grande attenção aos alvitres de D. Luiz da Cunha. Como elle, já muito velho, doudejava escandalosamente com mulheres, e de mais a mais judias, o rei, aquelle corpo sevado nas graças israelitas de Margarida do Monte, não tinha o seu embaixador em muito serio conceito. Conta o cavalheiro de Oliveira que a judia Salvador, commensal de D. Luiz, usava o habito de Christo em que a investira o seu octogenário amante. Ora isto, a fallar verdade, devia desauthorisar na corte portugueza os avisos do diplomata. 
Há assim conselhos que passam a Conselho, não ao de D. João V, mas ao de D. José I. 
De onde vinham esses conselhos? Parece que há aqui um fio condutor desvelado.

Bom, mas se já escrevi abundantemente sobre os Abalos do Marquês, especialmente no texto:
http://alvor-silves.blogspot.com/2011/10/abalos-de-sebastiao-marques.html
há sempre novas peças que ilustram o ambiente que pairou e traumatizou a população portuguesa.

Já me tinha esquecido de colocar aqui o Incêndio da Trafaria, mas junta-se agora, pela leitura rápida do texto de Camilo, ao Incêndio das Cabanas de Montegordo.

Incêndio da Trafaria - A história resume-se à mediocridade do personagem, no que diz respeito ao exército. Camilo diz que havia sargentos a pedir esmola aos diplomatas estrangeiros. As enormes divisas que Portugal recebia, eram desviadas para parte incerta, e a população passava fome. 
A enfabulação de deitar a culpa a D. João V, é uma história da carochinha ensinada aos petizes.
Houve um desvio de fundos, se foi para financiar a judiaria, a maçonaria, ou a criação dos EUA, pouco importa. Houve um documentado sacrifício imposto à população nacional.
Bom, mas para efeitos do incêndio, quis o Marquês fazer guerras com um exército de esfomeados mal equipados. Houve deserções... e alguns dos desertores refugiaram-se no bairro da Trafaria. Através de Pina Manique 300 soldados cercaram a aldeia piscatória que tinha, segundo Camilo, 5000 habitantes.

Por ordem do Marquês a aldeia foi incendiada, e o facínora mandante foi apelidado por Camilo como "Nero da Trafaria":
            Os desgraçados corriam nus por entre as chamas. Alguns levavam sobraçados os seus doentes, seus velhos e as creanças. D'esses, morreram bastantes que não poderam romper o assedio do fogo, alem do qual estava o assedio da tropa. Muitos salvaram-se porque os soldados compadecidos, transgredindo as ordens do Manique, abriram clareiras por onde escapassem. 

Incêndio das Cabanas de Montegordo - Sobre este episódio não encontrei quase nada... normal, dado o contexto ditatorial, que muda as caras e talvez suavize os modos, mas não muda o instinto censor. Porém, num breve apontamento de Alice Vieira vem uma estória contada pela "avó Licínia" que fala de uma população piscatória que refaz a vida nas cabanas de Monte Gordo, após "tempestades de ondas gigantescas por volta de 1600". O Marquês teria feito Vila Real de Santo António, e requeria a passagem dos habitantes, que se recusaram a obedecer. O Marquês decidiu incendiar as cabanas, e os habitantes foram... não para Vila Real, mas para Ayamonte.

Camilo refere ainda os pormenores atrozes da execução do italiano Pellé... João Baptista Pelle teria sido acusado de tentativa de assassinato do Marquês e foi exemplarmente esquartejado e ainda vivo queimado, algo com requintes próprios do iluminismo do Séc. XVIII, e para constar num manual de horrores, em anexo à execução dos Távoras. Não foi caso único, as execuções públicas eram frequentes com tal iluminismo, que depois também iluminou as guilhotinas francesas.


No Séc. XIX, após banida a pena de morte, os escritores perguntavam-se como teria sido possível tal barbárie há tão pouco tempo... e o Séc. XX veio contar novas barbáries, já não com Pombal, mas com outros personagens da mesma escola.

Para uma população que regista em expressões populares alguns acontecimentos marcantes, chegando ao remoto Erro de Crasso... parece algo estranho que só Camilo tivesse usado a expressão "Nero da Trafaria", e que não se associe nada mais ao evento. Sobre o de Montegordo, pouco se sabe, talvez só indo a Ayamonte... mas pela proximidade a Lisboa, o evento da Trafaria seria muito falado.
Isto mostra como as memórias populares são muito mais induzidas do que geradas espontaneamente.
O declínio da anedota popular, que passava de boca em boca, quase automaticamente, reflectindo crítica actual, é outro aspecto desse condicionamento, após a entrada na U.E. 
A máquina manipuladora só é usada por alguns, para determinados fins. Fora disso, não tem uso.
A Trafaria foi esquecida, o "ir fazer a barba a Cacilhas" ainda se ouvia há uns anos.

Salazar, quis homenagear Pombal... e fez parir tal monumento central à cidade, talvez para simbolizar como era meigo face ao homenageado. A maioria das estátuas erigidas por Salazar caíram aquando do 25 de Abril... mas a do Marquês não! Alto lá... ali ficava então o símbolo do maior déspota, incólume a todo um movimento anti-despótico do MFA. Bravo. Óscar.

Nota adicional (06/05/2014):
Num comentário, Amélia Saavedra esclarece que houve aparente desconforto de Salazar à execução da obra, que não terá comparecido à inauguração.
Acresce o relato:
            Em 1882 surgiu pela primeira vez a ideia de erguer um monumento ao Marquês de Pombal, por ocasião das comemorações evocativas do centenário da sua morte. No entanto a agitação politica da época impediu a continuação do projecto. Este é retomado em 1913 com a abertura de um concurso público. 
           A 1ª pedra foi colocada por duas vezes, em 15 de Agosto de 1917 e novamente a 13 de Maio de 1926. Só oito anos depois a estátua era colocada sobre o fuste (12 de Dezembro de 1933) e inaugurada em 1934.

Se 1882 é a data do manuscrito de Camilo, as datas de 1917 e 1926 para a tentativa de lançamento da primeira pedra, não deixam de ser coincidentes com revoluções marcantes.
Em Dezembro de 1917 a de Sidónio Pais, e em Junho de 1926 (um mês depois à pedra de 13 de Maio... de 1926), será a de Gomes da Costa, que dará origem à 2ª República.

Ilustração adicional (09/05/2014):
Mitologia macavenca
(quadro clássico de Pombal, propaganda de Afonso Costa... heranças que o PS quis serem suas) 

Na rotunda esteve Machado dos Santos, os outros estiveram nos bastidores,
de onde, em reconhecimento, lhe enviaram a carrinha fantasma

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publicado às 15:06


27 comentários

De Alvor-Silves a 03.05.2014 às 16:03

Bufo-real (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bufo-real) (...)
Trata-se de um predador de topo, encontrando-se nos lugares mais elevados na cadeia trófica. Alimenta-se de ratos, ratazanas, gaivotas, patos, lebres e inclusive de outros bufos e aves de rapina. É violentamente atacado por gaivotas e gralhas em bandos. É principalmente nocturno e emite os seus chamamentos ao anoitecer e ao amanhecer.

De José Manuel de Oliveira a 03.05.2014 às 18:31

Wintex-Cimex 83

Threads
https://www.youtube.com/watch?v=5AUYCnzmDJY
Abraços

De Alvor-Silves a 04.05.2014 às 13:04

Bom.... não me diga que os ingleses voltaram a simular o Day After de 1983!
Por acaso, lembro-me bem do filme, e já na altura achei-o algo ridículo. Toda a gente sabia da ameaça, e vivia com a ameaça... não se percebeu bem qual era a ideia de insistir no assunto - só serviu para assustar mais as pessoas. O maior problema de 1983, se me lembro, foi a desilusão do álbum Final Cut dos Pink Floyd... eh eh!

Abraços.

De Osga a 06.05.2014 às 00:01

Perfil do marquês de Pombal (1882)

https://archive.org/details/perfildomarqusd00brangoog

;)

De Alvor-Silves a 06.05.2014 às 01:21

Excelente referência... sinceramente agradecido.

De Amélia Saavedra a 06.05.2014 às 10:34

Agradeço mais uma vez por trazer uma nova "luz" a certos períodos da nossa história... A construção de mitos é realmente uma "arte"... quem diria! Será que a verdade é mesmo como o azeite?
Apenas deixo mais alguma informação sobre a estátua... "a rotunda" ainda é venerada anualmente a 5 de Outubro pelos republicanos...
Sobre a ligação de Salazar (não consegui encontrar a fonte), mas a ideia não partiu dele e aquando da inauguração, pelo que já ouvi dizer, nem sequer esteve presente...

Localização
Praça Marquês de Pombal
Freguesia: Coração de Jesus

Autoria
Francisco santos; Simões der Almeida (sob.) e Leopoldo de Almeida
Projecto: Adães Bermudes; António Couto e Francisco Santos

Inauguração
13 de Maio de 1934


Monumento de grandes proporções, construído em homenagem a Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e Conde de Oeiras, através de subscrição pública.

Em 1882 surgiu pela primeira vez a ideia de erguer um monumento ao Marquês de Pombal, por ocasião das comemorações evocativas do centenário da sua morte. No entanto a agitação politica da época impediu a continuação do projecto. Este é retomado em 1913 com a abertura de um concurso público.

A 1ª pedra foi colocada por duas vezes, em 15 de Agosto de 1917 e novamente a 13 de Maio de 1926. Só oito anos depois a estátua era colocada sobre o fuste (12 de Dezembro de 1933) e inaugurada em 1934.

O monumento é constituído por um pedestal onde assenta a estátua. Este pedestal tem cerca de 40m de altura, em pedra trabalhada, ostentando na parte superior quatro medalhões onde figuram os principais colaboradores do Marquês de Pombal. A parte inferior da base é rodeada por diversas figuras alegóricas. Nomeadamente a figura feminina simbolizando “Lisboa reedificada” e três grupos escultóricos evocando as reformas levadas a cabo por Sebastião Carvalho e Melo.

No cimo, a estátua do Marquês de Pombal, de corpo inteiro, assenta o braço sobre o dorso de um leão, que simboliza a força, a determinação e a própria realeza.

Bibliografia:
Estatuária e Escultura de Lisboa: Roteiro. 1ª edição. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa – Património Cultural, 2005. 259 [2]. ISBN 972-8543-03-4. p.
ARAUJO, Noberto de - Peregrinações em Lisboa. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa, 1992-1993. p. 43

http://revelarlx.cm-lisboa.pt/gca/?id=1308

Um pouco da construção do mito...
http://www.maiseducativa.com/2013/09/18/sebastiao-o-conde-que-tambem-foi-marques-de-pombal/
"- Acabou com a escravatura em Portugal Continental, em 1771, com os Autos de Fé (rituais de penitência para os hereges, que terminavam queimados em fogueiras) e com a discriminação dos cristãos-novos (judeus e muçulmanos convertidos ao Cristianismo). O Tribunal do Santo Ofício (Inquisição), esse, durou ainda até 1821, mas com menos poder e subordinado ao Estado."

Acabou com uns, mas deu início a outros... Nada de novo debaixo do Sol!

De Alvor-Silves a 07.05.2014 às 02:04

Obrigado pela investigação suplementar, Amélia.
Se os republicanos deveriam colocar alguma veneração naquela rotunda, era a Machado dos Santos:
http://alvor-silves.blogspot.pt/2011/10/duas-massas-republicanas.html

Ao contrário, o que lhe fizeram foi assassiná-lo miseravelmente na carrinha fantasma da Noite Sangrenta, um dos episódios que deveria envergonhar esses macavencos socialistas, se tivessem vergonha e não fossem mais que arrogantes burgueses de pseudo-intelectualidade de pseudo-esquerda, armados em aristogatos. Se houve carne-para-canhão na república foi da Carbonária, depois Comunista, sempre manipulada pelos bastidores maçónicos - ainda hoje o é, e aquele Comité Central deve ser uma central de hipnotismo acéfalo. As manifestações da CGTP e dos comunistas são tão ao gosto da governação, que dificilmente podiam correr melhor ao regime. Faz parte da fantochada encenada. O pior é se um dia o hipnotismo acaba com um clique...

De facto, curiosamente aquela rotunda junta os dois textos que escrevi em Outubro de 2011, antes de fazer um interregno...
Enquanto não tirarem de lá o desplante ao Marquês e puserem lá uma evocação a Machado dos Santos, esta República é das Bananas... porque de facto, a maçonaria e judiaria, ou quem as controla/condiciona, nos tratam como macacos, e até inventaram filmes para exorcizar o medo que têm da revolta da macacada que usaram e abusaram, falo do Planeta dos Macacos. Alternativamente, usam filmes com zombies... e outras farsas análogas.

Depois, são muito espertinhos, falam do direito dos animais, para se desculparem eticamente com a analogia à macacada.
Ah e tal... se tratamos mal os animais e abusamos deles, os mais espertinhos também podem tratar mal esta macacada burra, porque são inferiores.
Essa era já a mesma receita desculpante quando havia escravatura.

Porém, essa esperteza toda acaba rapidamente, ou mais rapidamente do que se pensa, porque a função que tinha terminou. Agora, simplesmente está a entrar num longo e agonizante arrasto, que nos vai querer arrastar para o seu declínio... a menos que percebam o que se está a passar. Se são tão espertinhos, então que larguem a esperteza que nunca tiveram, que foi ensinada, ao longo de gerações, e finalmente percebam o propósito que os justifica. Caso contrário, arriscam ser abortos monstruosos, iludidos na suas magias e ilusionismos de circo.

A mal, ou a bem, a verdade vem ao de cima, porque não há outra coisa que dure sempre.
O que sabem, já esqueceu a quem lhes ensinou. A verdade é o acordo, e ainda há quem esteja a sonhar.

De Anónimo a 07.05.2014 às 04:50

Caro Da Maia

Brilhante!

Só falta deslindar a atrocidade contra os Távoras. Porque o sinistro Marquês, e o seu Clube de Assassinos, não torturavam em vão.
Procuravam algo!
Que presumo lhes tenha sido vedado.

É uma pena, que o novo Papa, tenha anunciado, que não existe Fogo no Inferno, porque se houvesse, seria lá que os Pombais desta Terra deveriam arder pela Eternidade!

Abraço

Maria da Fonte

De Unknown a 07.05.2014 às 10:35

Proclamação de D. Miguel

Portugueses vos sabeis que a infernal seita maçónica tem revolucionado por vezes e dominado parte da Europa, estando sempre em guerra contra os altares do verdadeiro Deus, e contra os tronos dos legítimos reis, iludindo os povos com aparatosas promessas, e usurpando todas as riquezas e todo o poder; tendes visto que por mais de uma vez a bati em Portugal essa desorganizadora facção pelo que fui felicitado por algumas nações estrangeiras; porem tendo-se associado a ela meu desgraçado e iludido irmão (que já foi vítima) como outros dos seus erros e depois de o expulsarem do Brasil, daquele país pelo que fez a guerra a Portugal; e pelo que perdeu seus direitos a esse reino; naturalizando-se naquele; e dominando esta pestifera seita em França, Bélgica, Inglaterra e Espanha, e todas estas nações auxiliando o partido rebelde e ultimado pelo tratado da quádrupla aliança e invasão dos Exércitos Espanhóis foi forçoso que eu saísse da nossa amada pátria para acabar a desgraçada guerra civil; e poupar o sangue de meus fieis vassalos que me é caro e prezo………………….Portugueses que bens tendes gozado nesse Governo existente em Lisboa, seus actos todos são filhos da traição , e do interesse, com sequioso pretexto duma reforma em todas as repartições do Estado: eles só lhes têm mudado os nomes para novamente os distribuírem os cargos pelos seus, reduzindo à mendicidade os antigos e beneméritos empregados…………..Têm faltado a quanto se obrigaram na Convenção de Évora Monte, nada tem dado aos militares, que fieis ao seu juramento me serviram e ali vedes milhares de famílias distintas, e ricas reduzidas hoje à maior miséria, pacíficos cidadãos assassinados nas ruas, e praças da capital, e nas províncias, e até nas próprias cadeias são mortos com incrível rapidez, e os chefes da facção maçónica aumentam espantosamente os seus capitais nos bancos estrangeiros. Examinai com atenção, e notai se vedes nessa Camara Electiva algum que não professe os mesmos princípios maçónicos e alguns que não tenham figurado nas passadas revoluções, alguns enfim a quem a opinião publica não tenha marcado como inimigo do Altar e do Trono. Acordai Portugueses!!!

Passados que são quase 200 anos continua uma incontestável verdade!

Acordai portugueses deste pesadelo que nos sufoca desde 1833, nunca mais fomos Portugal!


Abraço

Maria Anica

De José Manuel de Oliveira a 07.05.2014 às 15:42

O método a aplicar ao género humano é sempre o mesmo: controlar o excesso de população seu nível de discernimento, provocando se necessário guerras e pandemias favorecendo novas religiões. Entre duas exterminações calculadas ciclicamente oportunamente aproveitando um cataclismo produzido pela Natureza, terramotos etc. alcançam os grupos dominadores os seus objectivos (não direi quais são...)

Mas quem controla o excesso de população e o seu nível de discernimento?
Os grupos dominadores, ao longo da existência das várias espécies humanas, têm-se auto formado repetidamente com o mesmo intuito: controlar o excesso de população e o seu nível de discernimento, pois está na matriz humana, sim o gene da burrice existe, quem o dizia era o polémico James Watson Nobel da Medicina, acreditava um dia ser possível curar a burrice da humanidade.

Mas será missão impossível, nenhum “pastor” quer ver as suas “ovelhas” se tornarem inteligentes...
O resto são discussões estéreis entre liberais e miguelistas, poderiam ser entre satânicos e católicos ou portistas contra benfiquistas, para não ferir susceptibilidades direi entre pastores por interposto das suas ovelhas.

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